Exames e Ultrassonografia
Conheça um pouco mais do nosso trabalho e como podemos te ajudar!
Ultrassonografia Ginecológica
Estudo por imagem do aparelho genital feminino interno, que auxilia no diagnóstico de algumas mudanças fisiológicas normais durante as diferentes fases da mulher, assim como alterações que possam apresentar.
Ultrassonografia Obstétrica
Estudo e acompanhamento, desde o começo gestacional, para identificação do número de embriões, acompanhamento do desenvolvimento fetal, rastreio de alterações morfológicas, passando por todas as semanas de gestação, para adequada avalição da vitalidade fetal.
Ultrassonografia Pélvica Ginecológica
Exame não invasivo, realizado por via abdominal, com o objetivo de observar os órgãos no interior da pélvis (útero, ovários e trompas, além das artérias e veias da região). Por meio dele, é possível avaliar os órgãos pélvicos e identificar possíveis alterações.
Ultrassonografia Transvaginal Ginecológica
Exame complementar na rotina ginecológica, em que o médico tem uma visão geral dos órgãos pélvicos com maior nitidez, graças ao transdutor, que fica próximo dos órgãos estudados, como bexiga, útero, colo uterino, ovários e endométrio. Além disso, permite a avaliação de miomas, adenomiose, endometriose, cistos ovarianos, localização de DIU, anomalias uterinas, gestação inicial. Auxilia, ainda, nas técnicas de reprodução assistida e várias outras indicações.
Ultrassonografia Obstétrica Transvaginal
Esse exame é realizado logo no início da gestação, quando o útero ainda está bem pequeno, o que dificulta a visualização pelo ultrassom abdominal obstétrico. A ultrassonografia obstétrica transvaginal consegue confirmar se o embrião está implantado no local correto, mede o colo do útero, determina o tempo de gravidez e ajuda no cálculo da data provável do parto.
Morfológica do 1º Trimestre e Translucência Nucal
É o principal exame do primeiro trimestre e deve ser realizado entre 11 semanas e três dias até 13 semanas e seis dias. O objetivo principal é o rastreio de aneuploidias (anomalias genéticas, com alterações no número de cromossomos) através de marcadores. A mais comum em nascidos vivos é a trissomia do cromossomo 21 (Síndrome de Down). Outras aneuploidias que podem ser rastreadas, porém menos frequentes, são as trissomias dos cromossomos 13 e 18. Contudo, o rastreamento alterado pode possibilitar o diagnóstico de outras condições. Os marcadores avaliados são: transluscência nucal, osso nasal, ducto venoso e regurgitação tricúspide, com aumento da sensibilidade na detecção de anomalias, quando são associados. Estuda-se também a morfologia fetal e o fluxo sanguíneo das artérias uterinas, para o cálculo de risco do desenvolvimento de pré-eclâmpsia.
Morfológica do 2º Trimestre
A ultrassonografia ou exame morfológico do segundo trimestre, quando feito entre as 20 – 24 semanas, pode ajudar a determinar o sexo do bebê, verificar o risco de malformações e doenças genéticas, além das condições da placenta e do líquido amniótico. Nessa fase, o exame tem uma sensibilidade de aproximadamente 85%, o que traz mais confiabilidade a seus resultados. Ele avalia também o comprimento do colo, permitindo determinar a probabilidade de um parto prematuro.
Ultrassonografia 3D/4D
Esses exames permitem aos pais ver mais detalhes sobre o bebê antes do parto. É possível observar o rosto e até arriscar com qual dos pais ele se parece mais! Para que haja uma boa visualização, a realização do exame é indicada entre as 26 -32 semanas. A ultrassonografia em 3D mostra detalhes do corpo do bebê, enquanto no exame em 4D, também permite observar os movimentos do feto.
Viabilidade
Exame que avalia se houve a correta implantação da gestação dentro do útero, avalia o número de embriões determinando gestação única ou múltipla e seu desenvolvimento.
Indicado para mulheres que apresentam dor ou sangramento e para aquelas que já tiveram abortamentos ou gestações ectópicas prévias.
Ultrassonografia obstétrica + Dopplerfluxometria
Deverá ser realizado a partir da 24ª semana de gestação. Exame ultrassonográfico que avalia o crescimento e bem-estar fetal por meio da avaliação fetal e fluxos dos vasos sanguíneos maternos e fetais.
Serão avaliados:
- Circunferência cefálica Circunferência abdominal
- Comprimento do fêmur
- Estimando peso fetal
- Avaliação de movimentos fetais
- Avaliação da morfologia e localização placentária
- Medida do líquido amniótico
- Avaliação do fluxo sanguíneo das artérias uterinas artéria umbilical e artéria cerebral média
Avaliação Transvaginal do comprimento do colo uterino
Ultrassonografia transvaginal que irá calcular o risco de parto prematuro, realizado em mulheres que se encontram no grupo de alto risco para parto prematuro por antecedente de parto prematuro anterior, gestação múltipla, anormalidades uterinas e cirurgia cervical prévia. Realizado também no morfológico de 1º e 2º trimestre.
Perfil Biofísico Fetal
O perfil biofísico fetal é um teste pré-natal usado para verificar o bem-estar do bebê. O teste combina a cardiotocografia e ultrassonografia fetal para avaliar a frequência cardíaca, a respiração, os movimentos, o tônus muscular e o nível de líquido amniótico do bebê. As medições do ultrassom recebem uma pontuação, cada uma com base no cumprimento de certos critérios.
O exame de perfil biofísico é recomendado para mulheres com alto risco materno que podem levar a complicações ou perda de gravidez. O teste geralmente é feito após a semana 32 da gravidez.
O seu médico pode recomendar um perfil biofísico se:
- A gravidez é gemelar com certas complicações
- Presença de diabetes
- Pressão alta
- Lúpus ou doença cardíaca
- Gravidez prolongada, duas semanas após a data prevista do parto, ou seja, mais de 40 semanas (gravidez pós-termo)
- Bebê com movimentos fetais diminuídos ou com diminuição do padrão
- Líquido amniótico aumentado (polidramnia) ou diminuído (oligodramnia)
- Tem incompatibilidade sanguínea (quando o seu grupo sanguíneo é Rh negativo e o grupo sanguíneo do seu bebê é Rh positivo), com sensibilização Rh (presença de anticorpos contra o sangue do bebê ou Coombs positivo)
- Mais de 35 anos
- Obesidade materna
Cardiotocografia
O exame de cardiotocografia é um método de avaliação fetal que, de forma indireta, proporciona informação sobre os níveis de oxigenação do feto e avalia a frequência cardíaca fetal contínua em associação com movimentação fetal e contrações uterinas.
A duração do exame, realizado em consultório, costuma ser entre 20 e 40 minutos. É não invasivo e totalmente INDOLOR!
A cardiotocografia é um exame muito importante para avaliação da Vitalidade Fetal.
Indicações para o Cardiotocografia Anteparto
O exame de cardiotocografia é indicado em casos de baixo e alto riscos materno-fetal e em situações especiais, como:
- Feto com crescimento inferior do esperado para a idade da gestação
- Diminuição de líquido amniótico
- Gestante com síndromes hipertensivas
- Gravidez múltipla, com 2 ou mais fetos
- Gestante com doenças cardíacas, pulmonares, renais ou hematológicas
Amniocentese
A amniocentese é um procedimento usado para obter uma pequena amostra do líquido amniótico que envolve o bebe durante a gravidez. Introduzimos uma longa e fina agulha pela barriga da mãe para aspirar o líquido. O líquido será enviado para um laboratório especializado para fazer diagnóstico de: síndromes genéticas, de alguns tipos de infecções fetais e para teste de DNA (paternidade). Esse líquido é claro, amarelo pálido e em sua maioria composto pelo xixi do bebê, que logo se repõe. É realizado após 15/16 semanas. O procedimento é rápido, não precisa de internação, indolor, gera um leve desconforto no momento da punção.
Ecocardiograma Fetal
O exame de imagem é rápido, indolor e não acarreta em nenhum tipo de risco à saúde da mãe ou do feto. Por meio dele, é possível detectar diversas condições, logo no início da gestação. O resultado coletado das válvulas cardíacas e músculos do bebê, revela o estado de desenvolvimento de seu coração. Além disso, é possível identificar outros detalhes do funcionamento cardíaco, como a movimentação e fluxo sanguíneo. Todos esses dados são preciosos para a análise do desenvolvimento fetal.
Quando fazer?
Quando se trata da saúde do feto, o tempo é valiosíssimo. Por isso, o ecocardiograma fetal pode ser realizado no primeiro trimestre de gestação – mais recomendado entre a 18ª e a 28ª semana de gravidez.
Nesta fase, é possível visualizar melhor as alterações estruturais ou funcionais do coração do bebê. Por outro lado, se a gestação é considerada de alto risco, o especialista pode indicar o teste a partir da 14ª semana.
Como o exame funciona?
O ecocardiograma fetal oferece resultado por imagens captadas por meio de ondas sonoras de alta frequência. O procedimento é realizado por um cardiologista pediátrico e dura, no máximo, 30 minutos. Nele, a gestante deita-se numa maca e é passado um gel em sua barriga, que será espalhado durante a observação. O profissional utiliza um transdutor – que capta as imagens do bebê, assim como um ultrassom obstétrico. Finalizado o procedimento, as ondas são processadas e convertidas em imagens que devem ser avaliadas pelo especialista.
Ecocardiografia fetal com doppler: para quê serve?
Ouvir o som dos batimentos do bebê, não serve apenas para a felicidade dos pais. Afinal, as batidas também podem indicar alguma anormalidade na saúde da criança, o que enriquece a análise dos resultados do exame. Outra vantagem da modalidade com doppler é identificar possíveis irregularidades nos fluxos sanguíneos, o que pode indicar problemas no coração e, consequentemente, Síndrome de Down, por exemplo. De acordo com um estudo realizado na Dinamarca sobre a sobrevivência e mortalidade na Síndrome de Down, existe a prevalência de anomalias cardíacas congênitas em pessoas com Síndrome de Down em 40 a 50%.
O que o exame pode detectar?
Ao contrário de outros testes, como o ultrassom morfológico, o ecocardiografia fetal permite que se identifiquem patologias comuns durante a vida intrauterina, como: Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE): má formação das estruturas do lado esquerdo do coração, que atrapalha o fluxo sanguíneo no organismo; Defeito do septo atrioventricular (DSAV): problema na conexão entre átrio e ventrículo, o que complica o funcionamento do órgão; Dupla via de saída do ventrículo direito: comunicação errada entre às artérias e aorta, o que interfere a nutrição do organismo e sobrecarrega o coração. Estes são apenas algumas das condições que podem ser identificadas por meio do exame.
As indicações do ecocardiograma
Mulheres que enfrentam uma gravidez de risco estão no primeiro grupo das que precisam realizar a ecocardiografia fetal. O exame também é indicado quando os pais possuem familiares com casos de cardiopatia e para gestantes que foram acometidas por doenças como a toxoplasmose e diabetes.
O uso de medicações como antidepressivos e anticonvulsivantes podem causar problemas ao feto. Então, nessas situações, fazer o ecocardiograma também é necessário.
Conforme observamos, o ecocardiograma fetal é crucial não só para entender o estado de saúde de um dos órgãos mais importantes do bebê, o coração, como também para auxiliar no tratamento de possíveis complicações ainda na gestação.
Agende agora seu exame e receba o laudo na hora, realizado por especialista em medicina fetal.
Dr. Andres Tabares
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